Um erro silencioso que custou R$ 30 mil na pecuária
Quando o manejo termina… mas o risco continua escondido
Essa imagem não mostra apenas um animal caído. Ela revela um tipo de prejuízo que acontece em silêncio, sem aviso e, muitas vezes, sem ninguém por perto para impedir.
O manejo já havia terminado. O curral ficou aberto. As porteiras ficaram abertas. O brete também.
Em um momento de total normalidade, um touro entrou sozinho no curral. Seguiu adiante e entrou no brete, que também estava destravado. O problema começou ali.
Sem espaço para manobra e sem saída clara, o animal tentou retornar. No movimento, balançou o brete, a própria porteira se fechou, ele avançou, voltou, tropeçou e caiu. Não levantou mais.
Não houve grito. Não houve correria. Não houve tempo de reação. Quando alguém percebeu o que havia acontecido, o prejuízo já estava no chão.
👉 Um touro avaliado em aproximadamente R$ 30.000,00
Perdido não por doença, não por ataque, mas por um simples deslize no manejo pós-operação.
Onde realmente está o erro?
O erro não foi apenas deixar uma porteira aberta. O erro foi acreditar que, depois do manejo, o risco acabou.
⚠️ Curral não é área neutra.
Mesmo vazio, continua sendo um ambiente de risco.
- Fechar todas as porteiras
- Travar corretamente o brete
- Conferir visualmente toda a estrutura
- Eliminar qualquer acesso involuntário
- Criar o hábito: terminou o manejo → fechou tudo
Isso não é excesso de zelo. É gestão de risco na pecuária moderna.
Manejo seguro vai além da presença humana
Muitos acidentes acontecem quando ninguém está olhando. O animal entra sozinho, a estrutura reage ao peso e o erro aparece tarde demais.
Na pecuária, o detalhe não perdoa. E erro pequeno nunca gera prejuízo pequeno.
Essa imagem não é para chocar. É para alertar. É para evitar que situações como essa se repitam em outras propriedades.
Fonte da imagem: Pecuária Certa
Ver publicação original

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Deixe seu comentário